Rio Open: como funciona, ingressos e o que saber antes de ir

Resposta direta

O Rio Open é um ATP 500 disputado no saibro do Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, em fevereiro. Os ingressos são vendidos pela Eventim, canal oficial do torneio, a partir de cerca de R$ 60 (referência consultada em 17 de setembro de 2026). A Orange não revende esse ingresso: o que fazemos é montar a viagem em torno do evento para quem vem de fora do Rio.

O que é o Rio Open

O Rio Open é um torneio da categoria ATP 500, disputado no saibro do Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, em fevereiro. É o único ATP 500 da América do Sul — ou seja, a categoria mais alta do circuito masculino que se joga no continente — e a porta de entrada mais barata para ver o circuito mundial ao vivo, sem passaporte e sem câmbio.

Para dar a dimensão: o calendário 2026 da ATP reúne 65 torneios — 4 Grand Slams, as ATP Finals, 9 Masters 1000, 16 ATP 500 e 30 ATP 250, além de Laver Cup, Davis Cup e United Cup, que não distribuem pontos de ranking. O Rio Open ocupa uma das 16 vagas de ATP 500. Acima dele, só os nove Masters 1000 e os quatro Grand Slams.

Sobre quem joga: entradas dependem de ranking, wild card e lesão, então não dá para cravar nomes com antecedência. O torneio costuma receber jogadores do top 20 e é historicamente forte entre especialistas do saibro — a lista oficial sai poucas semanas antes.

Onde fica e como chegar

O complexo fica no Jockey Club Brasileiro, na Gávea, zona sul do Rio, entre a Lagoa Rodrigo de Freitas e o Jardim Botânico. É uma das partes mais bem servidas da cidade: dá para chegar de aplicativo de qualquer bairro da zona sul em poucos minutos, e a orla de Ipanema e Leblon fica a uma caminhada curta.

A estrutura é montada especialmente para o torneio. Além da quadra central, há quadras secundárias, área de alimentação, lojas e espaços de convivência — o público circula bastante, e em dias de chave cheia é normal ver duas ou três partidas diferentes ao longo de uma tarde.

Como funciona o ingresso: por sessão, não por jogo

Este é o ponto que mais confunde quem vem do futebol. O ingresso de tênis dá direito a uma sessão — diurna ou noturna — numa quadra específica, e não a uma partida determinada. Uma sessão costuma ter de duas a quatro partidas, e a escalação sai poucos dias antes.

Na prática, isso significa duas coisas. Primeira: você compra o horário, não o confronto — se o seu jogador preferido perder na rodada anterior, o ingresso continua valendo, mas ele não estará em quadra. Segunda: você assiste a mais tênis do que imagina, porque a sessão inteira é sua.

A convenção do circuito é considerar diurna a sessão que começa por volta das 11h ou 12h e noturna a que começa a partir das 19h. No calor do verão carioca, a sessão noturna costuma ser a mais confortável para o público — e também a mais concorrida.

Existe ainda o ground pass, ou ingresso de arquibancada geral: ele permite circular pelo complexo e assistir às quadras externas, sem lugar marcado na quadra central. É a opção mais barata e a melhor relação custo-benefício nas primeiras rodadas, quando há vários jogos simultâneos.

Qual dia comprar

Se o critério for quantidade de tênis por real gasto, a resposta é clara: as primeiras rodadas. Nas fases iniciais todas as quadras jogam ao mesmo tempo e o mesmo ingresso rende muito mais partidas. Nas fases finais há menos jogos por dia, mas com os melhores do ranking.

FaseO que você vêPara quem é
1ª e 2ª rodadasVárias quadras jogando ao mesmo tempo; muitas partidas no mesmo ingressoQuem quer maratonar tênis e explorar o complexo
Quartas de finalMenos jogos, chave já enxuta, nível altoMeio-termo entre volume e qualidade
Semifinais e finalUma ou duas partidas, com os melhores da chaveQuem vai por um jogo decisivo e pela atmosfera

Sendo honesto: se você mora fora do Rio e vai fazer a viagem só por causa do torneio, um dia de primeira rodada sozinho pode frustrar — o apelo das finais é outro. A combinação que costuma render mais é ficar dois ou três dias, pegando uma sessão de rodada inicial (muito tênis, ingresso mais barato) e uma de fase avançada.

Quanto custa e onde comprar

A venda de ingressos do Rio Open é feita pela Eventim, que é o canal oficial do torneio. A referência de catálogo consultada em 17 de setembro de 2026 aponta ingressos a partir de cerca de R$ 60. Esse número é o piso: varia por setor, por dia da chave e por disponibilidade, e é redefinido a cada edição.

Duas recomendações práticas. Compre pelo canal oficial — é mais barato e evita dor de cabeça com ingresso inválido. E compre cedo: as sessões noturnas e as fases finais são as primeiras a esgotar, e o preço dos setores remanescentes não costuma cair.

Fevereiro no Rio: o que esperar

Fevereiro é auge do verão carioca. Espere calor forte, umidade alta e pancadas de chuva concentradas no fim da tarde — o suficiente para atrasar sessões, já que o saibro não é jogado sob chuva. Leve protetor solar, boné e água; leve também paciência para eventuais interrupções, que fazem parte de qualquer torneio ao ar livre.

O calendário também pesa: dependendo do ano, o torneio cai perto do Carnaval, o que mexe com preço e ocupação de hotel na cidade inteira. Quem vem de outro estado faz bem em resolver a hospedagem no Rio de Janeiro antes de fechar o ingresso, e não o contrário — a passagem e o hotel costumam ser o gargalo, não a entrada do torneio.

Sobre localização: ficar em Ipanema, Leblon, Lagoa, Botafogo ou Copacabana deixa o Jockey a uma corrida curta. Bairros mais distantes economizam na diária e devolvem o desconto em deslocamento, sobretudo na saída da sessão noturna.

O que a Orange faz — e o que não faz

Não fazemos: a Orange não revende ingresso do Rio Open. Esse ingresso se compra na Eventim, direto com o torneio. Também não somos parceiras nem representantes do evento — somos uma agência de viagem.

Fazemos: para quem vem de fora do Rio, montamos a viagem inteira em torno do torneio — hospedagem bem localizada, traslado, roteiro na cidade e apoio de atendimento dedicado em português antes e durante a viagem.

E para os torneios internacionais — US Open, Wimbledon, Roland Garros, Australian Open, os Masters 1000 — aí sim a Orange vende o ingresso, em reais, sem você precisar lidar com site estrangeiro nem cartão internacional.

Perguntas frequentes

Onde fica e quando acontece o Rio Open?+

No Jockey Club Brasileiro, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro. O torneio é disputado no saibro e acontece em fevereiro, todos os anos.

A Orange Viagens vende ingresso do Rio Open?+

Não. A venda de ingressos do Rio Open é feita pela Eventim, canal oficial do torneio. A Orange é agência de viagem e monta a viagem em torno do evento — hospedagem, traslado e roteiro — sem revender o ingresso.

Quanto custa o ingresso do Rio Open?+

A referência de catálogo consultada em 17 de setembro de 2026 aponta ingressos a partir de cerca de R$ 60 na venda oficial. O valor muda a cada edição, por setor e por dia da chave, e depende de disponibilidade.

O ingresso vale para um jogo específico?+

Não. O ingresso de tênis dá direito a uma sessão — diurna ou noturna — numa quadra específica, e não a uma partida determinada. Uma sessão costuma ter de duas a quatro partidas, e a escalação sai poucos dias antes.

Qual dia rende mais tênis por ingresso?+

As primeiras rodadas. Nas fases iniciais todas as quadras jogam ao mesmo tempo e o mesmo ingresso rende muito mais partidas. Nas fases finais há menos jogos por dia, mas com os melhores do ranking.

Quer ver tênis fora do Brasil?

Para os torneios internacionais, a Orange vende o ingresso direto no site: você escolhe a sessão, paga em reais — no PIX à vista ou em até 10× no cartão — e conta com atendimento dedicado em português. Os ingressos são entregues de 72h a 24h antes do evento, conforme disponibilidade.

Página do torneio no Brasil: Rio Open.

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